
Eu comecei a ler A Psicologia Financeira achando que seria mais um livro sobre ganhar dinheiro, investir melhor ou “fazer escolhas certas”.
Mas logo nas primeiras páginas ficou claro:
esse livro não fala sobre dinheiro.
Ele fala sobre comportamento humano.
E isso muda tudo.
Dinheiro não é matemática. É comportamento.
A maior parte das decisões financeiras que tomamos não são racionais.
São emocionais.
Compramos porque:
- vimos alguém comprando
- queremos pertencer
- queremos conforto imediato
- queremos aliviar uma ansiedade
E quase nunca paramos para perceber isso.
O livro mostra, de forma simples, que pessoas inteligentes tomam decisões ruins com dinheiro o tempo todo — não por falta de informação, mas por emoções, contexto e história de vida.
3 ideias que mais me impactaram até agora
1. Cada pessoa joga um jogo financeiro diferente
Não existe uma única forma “certa” de lidar com dinheiro.
Cada um tem:
- uma história
- um medo
- uma referência
- um limite emocional
Comparar o seu caminho com o de outra pessoa quase sempre leva a decisões ruins.
2. O maior risco é achar que nada pode dar errado
Muitas escolhas financeiras ruins vêm da sensação de segurança excessiva.
Quando acreditamos que “agora vai”, baixamos a guarda.
Esse ponto conversa muito com consumo, casa e estilo de vida — gastar além do que sustenta no longo prazo cobra um preço.
3. Controle é mais importante do que retorno
Ter controle sobre o próprio dinheiro traz mais tranquilidade do que tentar ganhar sempre mais.
Esse foi um ponto que me fez repensar várias escolhas:
- o que compro
- por que compro
- se aquilo realmente melhora minha vida ou só ocupa espaço
Como isso muda a forma de consumir
Depois dessas reflexões, fica difícil olhar para compras do mesmo jeito.
A pergunta deixa de ser:
“Isso está barato?”
E passa a ser:
“Isso faz sentido para a minha vida agora?”
No Bora Doma, isso conversa muito com escolhas inteligentes, não com tendência ou excesso.
Para quem esse livro é
- Para quem quer entender por que toma certas decisões
- Para quem sente que dinheiro gera ansiedade
- Para quem quer mais clareza, não fórmulas mágicas
- Para quem está repensando consumo, trabalho e prioridades
Para quem talvez não seja
- Para quem busca dicas rápidas de investimento
- Para quem quer promessas de enriquecimento
- Para quem espera um livro técnico ou cheio de números
Vale a leitura?
Vale — principalmente se você gosta de livros que fazem pensar, não de livros que mandam você “fazer”.
É uma leitura que muda o olhar.
E quando o olhar muda, as escolhas mudam também.
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